Estreias da Semana

Muitas estréias, mas absolutamente nada que empolgue realmente...

Coco Chanel e Igor Stravinsky
Como o título se auto-explica, o filme fala sobre a relação desses dois personagens, que, por mais que fique na lenda, aqui toma contornos de verdade, mas, de qualquer jeito, uma história que tem todas ferramentas para emocionar o espectador que tenta fugir dos blockbusters. trailer

A Epidemia
Refilmagem do clássico Cult de 1972 (esse dirigido por George A. Romero), essa história sobre uma cidadezinha que dá de cara com uma estranha epidemia onde seus moradores viram uma espécie de “zumbis”, nas mãos de Breck Eisner, que dirigiu o insosso “Sahara”, talvez perca bastante do terror de sua versão original, mas, ainda assim, tem tudo para agradar os fãs do gênero. trailer

Cabeça a Prêmio
Estreia no direção de Marco Ricca, essa produção nacional sobre três histórias que se cruzam diante do amor, da traição e combiça de seus personagens, parece ser aquele tipo de cinema preocupado mais em contar uma trama interessante do que fazer história, tudo que o cinema brasileiro mais precisa nesse mar de prepotência que as vezes ele se vê à deriva. trailer

Um Doce Olhar
Vencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlim desse ano, esse filme turco chega por aqui para passear pelos circuitos mais alternativos, por isso, não vá a ele esperando muito ritmo, mas sim, aquele cinema contemplativo, silencioso e sensível. Na trama, o garoto Yusuf precisa descobrir o mundo à sua volta quando começa a ter dificuldades na escola. trailer

O Último Mestre do Ar
Essa grande estreia da semana chama a atenção por dois motivos: um, por ser a adaptação de um desenho animado que fez muito sucesso (“Avatar”), justamente, por explorar uma narrativa muito mais continuada do que se vê por aí, a outra, por ser mais uma tentativa do cineasta M. Night Shyamalan de recuperar aquele prestígio da época de seu “O Sexto Sentido”. Na história, na grande guerra contra a Nação do Fogo, o tal Avatar, aquele que consegue manipular os quatro elementos, surge como a última esperança. Lá fora a crítica especializada espinafrou o filme e aqui isso não deve mudar, ainda mais com a chamada conversão em 3D na pós-produção, por isso, optem pelas sessões sem óculos e não tenha surpresas distorcidas. trailer

Coluna escrita por Vinicius Carlos Vieira, editor do Cinemaqui, que pode ser enontrado aqui e aqui.

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